CADILLAC sempre clássico- sempre, sempre

A marca no mundo
Os veículos com a marca CADILLAC são comercializados em mais de 50 países ao redor do mundo, tendo como maiores mercados o americano e o canadense.

Um pouco da história em video

 

 

Nada é tão AMERICANO como algumas marcas: JEEP WILLYS (segunda guerra), HUMMER, MC Donalds, STARBUCKS (cafeterias) Apple e no lado automotivo temos a CADILLAC

Escolha o seu Modelo Preferido do CADI 1959

Você sabia?

O CADILLAC 1959 é o automóvel que mais representa a América em seu auge, considerado o “mais extravagante” (em design) de todos os automóveis americanos já fabricados.

O cantor Elvis Presley era apaixonado pelo carro. Tanto que teve cerca de 40. O modelo Fleetwood 55 nas cores rosa e branca foi o mais famoso deles.

 

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Se existe uma montadora de automóvel que virou sinônimo de luxuosos carros grandes e limusines, essa marca é a CADILLAC.

Até BICICLETA da marca foram vendidas na história recente:

A linha é composta por doze diferentes modelos que custam entre US$ 500 e US$ 1.900.

 

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Poucas marcas definem a ousadia norte-americana em desenho automobilístico como ela, que ao longo dos anos conquistou clientes importantes como presidentes, ministros e astros do cinema e do esporte, que desfilam com seus automóveis imponentes.
A história
A história começou em 1890, quando Henry Martyn Leland se uniu a Robert C. Fauconer para fundar na cidade de Detroit a Leland Falconer & Norton, uma empresa especializada em produzir conjuntos de engrenagens e ferramentas de precisão. Leland possuía uma grande experiência com equipamentos mecânicos, pois havia trabalhado antes na indústria de armas Colt e na Brown & Sharp, que produzia micrômetros e outros equipamentos de precisão, adquirindo, assim, sua obsessão pela precisão. A crescente demanda por bicicletas no final do século XIX fez com que a empresa prosperasse como fornecedora de engrenagens. Na virada do século, um construtor de automóveis chamado Ramson Eli Olds contratou a empresa, agora chamada L & F, para produzir conjuntos de transmissões para seus carros que não apresentassem os problemas de ruídos que as feitas por ele próprio estavam tendo, e que pudessem ser intercambiáveis entre carros sem necessidade de remanufatura.


Tamanho foi o sucesso das transmissões feitas pela L & F que esta ganhou em 1901 um contrato para fornecer cerca de 2.000 motores para Olds. Os motores construídos por Leland forneciam uma potência 3.7 HP contra 3.0 HP dos motores fornecidos pelos irmãos Dodge para a mesma Olds, atingindo ainda maior velocidade com menor atrito do que os motores de seu concorrente. Ainda não satisfeito com o desempenho de seus motores, Leland usou toda a sua experiência para aperfeiçoar o original desenvolvendo um novo motor capaz de atingir 10.25 HP, o qual foi oferecido a própria Olds. No entanto a empresa estava satisfeita com o resultado das suas vendas e preferiu não investir no novo motor que aumentaria seus custos e demandaria tempo para adaptar o método de construção de seus carros.


Em agosto de 1902 dois investidores, William Murphy e Lemuel W. Bowen, procuraram Leland para oferecer-lhe uma empresa que estava sendo liquidada. Essa empresa, fundada em 1899 com o nome de Detroit Automobile Company, havia fabricado alguns poucos carros antes de pedir falência em 1900. Em 1901 foi reerguida e reorganizada pelo seu mecânico chefe que a rebatizou com o seu próprio nome, Henry Ford Company. Porém depois de três meses a empresa estava novamente falida e Henry Ford, ele mesmo, que fundaria a FORD pouco depois, deixou a sociedade. Os investidores então procuraram Leland com o objetivo de oferecer-lhe a fábrica e os maquinários da empresa. Após inspecionar a fábrica, ele teve uma grande idéia e procurou os investidores com o objetivo de convencê-los a desistirem de se desfazerem do empreendimento. Ele demonstrou que acreditava no futuro do automóvel e que lhes tinha a oferecer um novo motor, o mesmo que foi oferecido anteriormente a Olds, com quase o triplo da potência dos que eram usados, além de apresentar muito menos problemas que os demais disponíveis no mercado. Impressionados com a oferta, os investidores não só aceitaram sua idéia como também o colocaram no comando da nova empresa. Oficialmente no dia 22 de agosto de 1902, na cidade de Detroit, surgia a CADILLAC AUTOMOBILE COMPANY. O primeiro carro (um mono-cilindro) da nova montadora ficou pronto em 17 de outubro e foi desenhado e projetado pelo próprio Henry Leland. O veículo era alto devido às péssimas estradas americanas da época e ficou conhecido como Runabout.


No ano seguinte a montadora expôs no salão do automóvel de Nova York o novo modelo CADILLAC por US$ 850 e obteve 2.286 pedidos, terminando o ano com 2.500 carros produzidos. Em 1905 a empresa lançou o CADILLAC OSCEOLA, cilíndrico único, iniciando assim um tímido processo para a produção de carros com capota totalmente fechada. Pouco depois, em 1908, a montadora tornou-se a primeira empresa americana a ganhar o prêmio Dewar Trophy, concedido pelo renomado Royal Automobile Club of London, graças aos seus avanços automotivos. Na época, três modelos CADILLAC escolhidos aleatoriamente foram totalmente desmontados e seus componentes misturados, para em seguida serem remontados. A idéia serviu para provar que as peças eram intercambiáveis, ou seja, não necessitavam de nenhum ajuste para se enquadrarem ao veículo. Tal proeza garantiu-lhe o famoso prêmio. O sucesso da montadora chamou a atenção da General Motors, que em uma transação milionária pagou cerca de US$ 5.6 milhões pela CADILLAC em 1909. Nesse mesmo ano a empresa produziu a primeira limusine do mundo.


A CADILLAC revolucionou o mercado de automóveis nos anos seguinte com a apresentação de novidades técnicas como automóveis totalmente fechados e a partida automática em substituição as antigas e desconfortáveis manivelas. Além delas, o motor V8 foi o principal motivo de confiabilidade do público em relação à marca. Pesquisas da época revelavam que a confiança nos motores V8 utilizados pela CADILLAC era tão grande que despertou até o interesse do departamento de guerra dos Estados Unidos. Dessa forma, aproximadamente 2.000 motores V8 foram utilizados na Primeira Guerra Mundial. Durante o conflito, os motores aeronáuticos tiveram um grande desenvolvimento técnico. Leland queria apostar tudo no motor aeronáutico Liberty, dedicando a ele 100% de sua capacidade produtiva. O conflito com Durant foi inevitável e, em conseqüência, ele e seu filho se retiraram da GM em junho de 1917 e formaram a Lincoln Motor Co., que seria mais tarde a grande rival da CADILLAC.


No ano de 1924 a empresa, de forma pioneira, oferecia uma grande quantidade de cores e pinturas cromadas, enquanto outras montadoras somente disponibilizavam a cor preta. Nesta década a montadora inovou mais uma vez ao se tornar a primeira empresa do setor a utilizar um designer, Harley Earl, que algum tempo depois ficaria conhecido como o “Da Vinci de Detroit”, no lugar de um engenheiro para projetar a carroceria de seus carros em 1927. Earl sabia exatamente o que os carros necessitavam para cativar as pessoas. Suas habilidades o levaram a assumir a recém criada seção de artes e cores da GM, outro pioneirismo de grande repercussão. No ano seguinte, a GM também incorporou duas grandes empresas que produziam carrocerias exclusivas para CADILLAC, a Fisher e a Fleetwood, o que contribuiu bastante para o aprimoramento da linha de automóveis da marca. Na verdade os métodos de precisão criados por Leland, associados ao pioneirismo no uso de tecnologias de ponta criou uma imagem de qualidade e confiabilidade em torno da marca.

Outro fator que muito contribuiu para aumentar o prestígio da marca CADILLAC foi o fato dela ter se tornado a preferida e eleita da emergente classe artística de Hollywood dos anos 20 em diante. A imagem de artistas dessa época como Clara Bow, Willian Boyd, Joan Crowford, Dolores Del Rio e Marlene Dietrich, chegando a bordo de suntuosos automóveis CADILLAC nas “Avant Premiére” de seus filmes acabaram emprestando a marca muito do “Glamour” de Hollywood desses anos. Outras classes que também adotaram os modelos da marca foram os chefes de estado, membros da nobreza, magnatas, artistas de outras áreas e intelectuais renomados. Os modelos da CADILLAC também eram bastante apreciados pelos “gangsters” da época, haja vista que a sua potência extra os dava capacidade de fuga rápida nas situações de perigo. Dentre eles Al Capone foi um dos maiores entusiastas da marca.


Em virtude da queda nas vendas durante a Grande Depressão Americana, em 1932, a GM por pouco não descontinuou a produção dos modelos CADILLAC, porém após reformulações na sua estratégia de marketing a empresa voltou a se recuperar a partir de 1934. Outras inovações tecnológicas continuaram a serem incorporadas a linha CADILLAC, como a opção pelos motores V-12 e V-16 oferecidas a partir de 1930; a primeira marca a adotar o uso de parafusos Phillips, que diminuía o tempo de montagem de seus carros, assim como foi pioneira ao oferecer os primeiros carros de luxo com transmissão automática. Os modelos de 1938 sofreram uma grande re-estilização de sua carroceria que lhes deu uma aparência mais moderna: sua frente se tornou mais pronunciada e aparecendo, pela primeira vez, a palavra CADILLAC gravada no pára-choque frontal. Antes da Segunda Guerra Mundial, em 1941, a frente dos automóveis CADILLAC foi inteiramente redesenhada, tendo-se adotado o estilo que prevaleceria até 1948. A grade do radiador passou a ocupar quase toda a frente do carro que ficou mais reta, a tampa do capô mais larga na frente e mais alta, e os faróis foram incorporados aos pára-lamas.

Como toda indústria automobilística americana, a CADILLAC interrompeu a produção de carros em 1942 em virtude da Segunda Guerra Mundial, e se concentrou na produção de itens militares como os tanques M-24 Chaffee equipados com motores V8, as transmissões HidraMatic para blindados, componentes de motores Allison para os aviões V12 e até um levíssimo carro de combate denominado M-24. No período pós-guerra a demanda por carros novos nos Estados Unidos foi muito intensa e entre os modelos mais procurados estavam justamente os da marca CADILLAC. Estes voltaram a ser produzidos ainda no final de 1945, quando foi lançada a linha para 1946, que nada mais eram que os modelos de 1942 com poucas alterações. Porém foi em 1948 que teve início a era de maior prestígio da marca: nesse ano Franklyn Q. Hershey, um dos designers da divisão de Harley Earl, introduziu na linha CADILLAC os famosos “rabos-de-peixe”, inspirados na indústria aeronáutica, que iriam influenciar o desenho não só dos automóveis da marca como também o de praticamente todos os carros americanos por toda a década de 50.


Em 1949, além de produziu seu carro de número um milhão, apresentou o novo motor V8 de alta compressão. Menor e mais leve que o anterior, deu ao CADILLAC o título de um dos carros mais rápidos da América naquele período. Os anos 50 foram uma época em que os automóveis CADILLAC, sendo o produto de maior apelo visual da GM, tornaram-se verdadeiros sonhos sobre rodas, repletos de exuberantes pára-choques cromados que refletiam toda a euforia econômica em que vivia a América do pós-guerra. Um de seus grandes clássicos foi apresentado em 1953 e ficou conhecido como Eldorado. Era o primeiro carro luxuoso feito somente por encomenda e ao longo dos anos o modelo foi aprimorado. O Eldorado Brougham que surgiu em 1957, por exemplo, recebeu suspensão a ar, pneus de perfil baixo, controle de calefação e ar-condicionado, faróis diferenciados e teto fabricado em aço inoxidável. A partir dos anos 60, seguindo a tendência da indústria automobilística da época, os automóveis da marca tornaram-se menos chamativos, acompanhando discretamente ao final desta década o design dos “muscle cars” típicos do período. Porém foi durante a crise do petróleo na década de 70 que a marca iniciou uma fase de decadência: o aumento no preço da gasolina tornou os grandes carros da CADILLAC economicamente inviáveis, obrigando-a a reduzir seu tamanho, tirando-lhes o seu principal apelo chamativo e tornando-os pouco distinguíveis dos demais.


O final da era do “Glamour” Hollywoodiano, expondo os hábitos decadentes da classe artística como o alcoolismo e o consumo de drogas, associado a imagem bastante explorada nos filmes dos chefes das quadrilhas do Harlem em exuberantes modelos CADILLAC de segunda mão que agora eram oferecidos a preço irrisório, acabou trazendo a marca um certo ar de decadência e vulgaridade. Dos anos 80 em diante os modelos da marca praticamente caíram no ostracismo, com a preferência dos mais abastados recaindo sobre as marcas européias de maior prestígio, em cujos carros conseguiram conciliar luxo, qualidade e desempenho com economia de forma mais eficiente que a CADILLAC.


Mesmo assim, nesta década, em 1984, a CADILLAC apresentou o Gold Key Delivery Sistem(sistema de entrega “chave de ouro”), um programa de procedimentos de entrega de unidades 0 km em todas as concessionárias. Esta atenção ao cliente e ao seu automóvel (dupla inspeção pré-entrega, descrição de todos os equipamentos durante o uso inicial, um jogo de duas chaves de ouro, entre outros cuidados) permitiu a CADILLAC subir ao primeiro lugar na pesquisa anual de satisfação do cliente. A partir de meados da década de 90 a CADILLAC recupera seu status de luxo lançando no mercado modelos que utilizavam tecnologia avançada e linhas modernas e atraentes. O CADILLAC modelo DTS, lançado em 2006, foi o 19º introduzido no portfólio da marca desde 2001 e fez parte da estratégia da montadora em buscar consumidores mais jovens, junto com os modelos CTS, SRX, XLR e STS. Sua lista de carros lendários é imensa. Fora os já citados vale a pena destacar ainda o Phaeton, primeiro carro-conceito da marca chamado de Osceola, o Biarritz, o DeVille, o Fleetwood, o Catera, o Allante, o Seville STS, além dos mais recentes, como o CTS-V e o utilitário esportivo Escalade. Orgulhos de uma empresa que, com 109 anos de fundação, ainda mantém fôlego suficiente para encantar o mundo.


A linha do tempo
1949

● Lançamento do CADILLAC DE VILLE, um sedã de grande porte tipicamente americano, com dimensões superiores a cinco metros de comprimento, quase dois metros de largura e com peso médio de quase duas toneladas. O nome DeVille foi usado em vários modelos de luxo da CADILLAC. Em 1996 a montadora parou de produzir o modelo semelhante ao DeVille, o Fleetwood transformando-o assim no principal modelo da linha. O nome DeVille foi substituído por DTS (DeVille Touring Sedan) para o novo modelo do ano 2006.
1953
● Lançamento do CADILLAC ELDORADO, vendido por US$ 7.750 (em valores atualizados equivaleria a US$ 55.000), sendo o carro mais caro a venda nos Estados Unidos na época. Com sua produção restrita, e seu preço, teve apenas 532 unidades fabricadas, uma das quais usadas pelo presidente Dwight Eisenhower no dia de sua posse. Nas décadas seguintes modelos adotaram o nome ELDORADO e passaram a ser produzidos regularmente.
1976
● Lançamento do CADILLAC SEVILLE, um sedã luxuoso que se tornou um verdadeiro sucesso. O modelo foi re-introduzido em 1975 e fabricado até 2004. Era o menor automóvel produzido pela montadora.
1997
● Lançamento do CADILLAC CATERA, sedã de porte médio inspirado no Omega alemão. O modelo foi um verdadeiro fracasso.
1999
● Lançamento do CADILLAC ESCALADE, um utilitário esportivo de porte grande, disponível em dois modelos, o XLR e o SRX. É um dos modelos de maior sucesso da marca nos Estados Unidos. A linha conta ainda com o modelo ESV (maior e mais luxuoso) e a EXT (versão cabine dupla).
● Uma limusine do modelo DE VILLE com alta tecnologia foi estreada pelo presidente americano George Bush.
2004
● Lançamento do CADILLAC CTS, um sedã esportivo de luxo de médio-grande porte. O novo modelo vinha equipado com motor V6 3.2 de 220 cavalos.
● Lançamento do CADILLAC SRX, um utilitário esportivo de porte médio-grande disponível em duas versões: motor 3.6-V6 (260 cv) e motor 4.6-V8 (315 cv).
● Lançamento do CADILLAC XLR, um roadster conversível de dois lugares com linhas modernas e agressivas, equipado com motor V8 de 4,6 litros e 315 cv de potência. O requinte e o luxo continuam sendo marcas registradas da CADILLAC com o uso de madeira nobre e detalhes cromados no interior do conversível.
2005
● Lançamento do CADILLAC STS, um luxuoso sedã de grande porte sucessor do CADILLAC SEVILLE. O novo sedã marcou o início da disputa da CADILLAC com os fabricantes alemães de prestígio. Para isso o carro trazia itens sofisticados, como projeção das principais informações da instrumentação no pára-brisa, sistema de som com 15 alto-falantes e alguns itens acionados por comando de voz.
2006
● Lançamento do CADILLAC DTS (DeVille Touring Sedan), um sedã de grande porte luxuoso sucessor do modelo De Ville. O moderno e arrojado modelo se tornou o automóvel mais vendido dos Estados Unidos em sua categoria.
● Lançamento do CADILLAC BLS, um sedã luxuoso de porte médio desenvolvido especialmente para o mercado europeu. O modelo é atualmente produzido na Rússia.
2008
● Lançamento da versão híbrida do modelo ESCALADE. Apesar de manter o propulsor 6.0l V8 de 332cv, amparado por uma série de baterias, o utilitário está cerca de 50% mais econômico, segundo dados da montadora.
● Apresentação no Salão de Detroit do CADILLAC CTS-V, o modelo mais potente de toda a história da marca americana. Nascido com a missão de desbancar o BMW M5 do título de sedã mais rápido produzido em série o carro dá um verdadeiro show nas pistas, acelerando de 0 a 100 km/h em 4 segundos, impulsionado um motor V8 de 6.1 litros com 556 cavalos de potência.
2010
● Lançamento do CADILLAC CTS-V WAGON, uma luxuosa perua com ares esportivos e produção limitada. O modelo tem espaço para cinco passageiros, atinge 305 km/h de velocidade máxima e acelera de 0 a 100 km/h em 4s0.
● Lançamento do CADILLAC CTS COUPE. O design do CTS segue um novo conceito visual da marca, batizado de “Art and Science” (arte e ciência), que rejeita soluções retrô, adotadas por algumas linhas dentro da própria General Motors, em favor de um estilo inédito, “mais apropriado para o século 21”.


As inovações
Durante toda sua história, a CADILLAC introduziu muitas inovações técnicas que ajudaram a manter sua liderança e aperfeiçoar a indústria automobilística mundial.
1903
● Apresenta um motor monocilíndrico de 10HP considerado por muitos como o mais confiável e fácil de operar de sua época. Atingia 50 km/h.
1905
● Torna-se pioneira no segmento de automóveis multi-cilindros ao apresentar o motor de 4 cilindros.
1908
● É a primeira montadora americana a receber o Dewar Trhophy do Royal Automobile Clube of London, por ser pioneira na fabricação de automóveis com peças intercambiáveis.
1910
● Primeira a oferecer carrocerias fechadas.
1912
● Primeira a utilizar sistema elétrico de lâmpadas e motor de arranque (conhecido como Delco). O sistema Delco foi a base de todos os sistemas de partida elétrica para automóveis usadas até hoje, e na época solucionou o principal problema para que as mulheres dirigissem, o complicado sistema das manivelas de partida, aumentando dessa forma as perspectivas de mercado para os automóveis.
1915
● Primeira a oferecer um automóvel de linha com motor V-8. O V-8 não foi criação da CADILLAC, mas foi o primeiro que, graças a seu desenho e cuidados na montagem, alcançou a confiabilidade necessária para ser utilizado em automóvel.
1928
● Primeira a instalar vidros de segurança como equipamento de série e a introduzir caixa de mudanças que eliminava a necessidade de dupla embreagem.
1930
● Primeira a construir um motor a 45º em V, de 16 cilindros. Mais tarde introduz o 45º em V, 12 cilindros, sendo o único fabricante a oferecer uma linha completa equipada com motores V-8, V-12, V-16.
1933
● A primeira suspensão dianteira independente apareceu em um CADILLAC experimental.
1938
● O teto solar se tornou disponível para os modelos da marca.
1954
● Primeira a oferecer direção hidráulica e limpador de pára-brisa como equipamentos de série.
1964
● Primeira a desenvolver controle automático de calefação e ar-condicionado.
1965
● Primeira a utilizar volante regulável.
1970
● Oferece o maior motor do mundo utilizado em veículos de série: 8.200cm3 e 400HP, no modelo Eldorado. Oferece também um controlador eletrônico anti-bloqueio de freios como opcional.
1974
● Oferece Duplo Air Bags como equipamento de série em todos os modelos DeVille, Fleetwood Brougham e Eldorado.
1975
● Primeira a oferecer injeção eletrônica com analisador (nos modelos Eldorado, Fleetwood e DeVille).
1978
● Primeira a oferecer computador de bordo no CADILLAC SEVILLE.
1980
● Introduz injeção eletrônica digital, com auto-diagnóstico e controles microprocessados, e catalisador.
1985
● Primeira a equipar um veículo de 6 passageiros com um V-8 transversal, tração dianteira (CADILLAC DE VILLE).


A limusine presidencial
Um dos primeiros presidentes dos Estados Unidos a usar um automóvel CADILLAC foi Woodrow Wilson, que comandou nas ruas de Boston a parada de comemoração da vitória na Primeira Guerra Mundial. Era um reluzente CADILLAC 1928. Em 1930, dois modelos conversíveis, batizados de “Queen Mary” e “Queen Elizabeth” foram entregues ao governo dos Estados Unidos. Os enormes carros foram batizados com os nomes dos transatlânticos não por acaso e, além de gigantescos, eram equipados com verdadeiro arsenal de munição, rádio para comunicação e grandes geradores. Estes dois “Queen” serviram aos presidentes Roosevelt, Truman e Eisenhower. Eisenhower, que gostava de dirigir, teve sua parada de posse realizada a bordo de um CADILLAC Eldorado 1953. Este veículo tinha um protetor de sol junto ao pára-brisa, que logo se transformou em moda. Em 1956, os “Queen” foram aposentados e deram lugar a outras duas enormes limusines, “Queen Mary II” e “Queen Elizabeth II”, sempre bem armadas, com equipamentos de comunicação e pneus especiais, a prova de bala. Estes veículos serviram aos presidentes Eisenhower, John Kennedy (que morreu em 1963 a bordo de um Lincoln) e Lindon Johnson. Os dois carros foram aposentados em 1968. Para o presidente Ronald Reagan foi destinado um CADILLAC Fleetwood Limousine 1983, enquanto um CADILLAC Fleetwood Brougham foi entregue para Bill Clinton em 1993. Como os anteriores, o Brougham presidencial foi desenhado, desenvolvido e produzido totalmente pela CADILLAC. Tudo com o máximo de proteção possível aos ocupantes, inclusive sem teto solar ou fechaduras externas.


Em 2005, pouco depois da reeleição do presidente Geoge W. Bush, uma limusine CADILLAC DTS, considerada um “estado de arte” sobre rodas atravessou a capital americana, Washington, durante a “Presidential Inaugural Parade” (o tradicional desfile de posse dos presidentes), antecipando um pouco das linhas do que seria o CADILLAC DTS 2006. O modelo de linha foi apresentado um mês depois, em fevereiro, no Salão do Automóvel de Chicago. Similar ao DTS, a limusine presidencial tinha desenho extremamente robusto, mas sem perder a identidade dos automóveis atuais da marca, em especial na dianteira e traseira. O DTS manteve o estilo da enorme grade com o emblema da marca, mas recebeu novos faróis de xenônio e leds nas lanternas traseiras. Isso tudo também estava no DTS presidencial. Já as laterais e teto mudaram muito, em função da blindagem e alto grau de segurança necessário. O presidente George W. Bush fez seu primeiro desfile com este CADILLAC no dia 20 de janeiro de 2006, cortando a imponente Avenida Pensilvânia. O desfile do presidente eleito é uma tradição antiga, e já aconteceu, não só com carros CADILLAC, mas também com Lincoln e alguns Chrysler. Por causa da excelente exposição, é uma longa briga de bastidores para oferecer a limusine para o presidente americano. A GM e a CADILLAC ficaram honradas em escrever mais este capítulo da história automobilística dos Estados Unidos com a criação do DTS PRESIDENTIAL LIMOUSINE.


Com desenho impressionante e construção exclusiva, a DTS limusine era toda feita a mão e pintada na cor “jet-black”, uma evolução do “preto-Cadillac”. Este modelo era consideravelmente mais largo, alto e longo que o DTS de produção, sendo equipado com o que há de mais moderno em termos de blindagem e comunicação. O interior tinha assentos para seis passageiros sentados com conforto e permitia que todos estivessem sempre visíveis pelos seguranças externos, por razões de segurança. O banco traseiro, destinado ao presidente, incorporava uma mesinha de trabalho. Era reclinável e adaptativo, com sensores, moldando-se automaticamente ao corpo do ocupante, garantindo assim o máximo de conforto. Além disso, tinha sistema de som de última geração, com capacidade para 10 CDS. Couro azul e detalhes em madeira estavam por todos os lados e completavam o visual luxuoso do interior. O emblema presidencial estava bordado no encosto do banco do presidente e também em cada forro da porta. Os “selos” do presidente também apareceram na parte externa das portas traseiras. A bandeira norte-americana estava fixada no pára-lama dianteiro direito, e a do presidente do lado esquerdo; são usadas somente quando o presidente está a bordo da limusine. Pequenas lanternas de alta capacidade iluminavam estas bandeiras à noite. O modelo anterior a este foi um CADILLAC DeVille 2001, usado por Bush, e está atualmente em serviço hoje como veículo reserva.


Em 2009, a tradicional marca americana, que fornece os automóveis para os presidentes dos Estados Unidos, anunciou o CADILLAC Presidencial de Barack Obama. Esse carro é absurdamente blindado, agüentando até mísseis e armas químicas, embora não se divulgue maiores detalhes da blindagem. O veículo é empurrado por um monstruoso motor diesel 6.5 litros, pneus (obviamente) blindados, inúmeros sistemas de segurança e comunicação, armamento para defesa é até kits de primeiros socorros, contendo sangue do tipo sanguíneo do presidente, se necessário. Estipula-se que o carro seja construído em cima de uma plataforma de caminhão para suportar o incrível peso da blindagem.


Para visualizar o mapa interior do carro em detalhes (em inglês) clique na imagem abaixo. Ele mostra o sistema anti-incêndio no porta-malas, o sistema interno de computador com wi-fi e conexões via satélite, o chassi, equipamentos de defesa e os pneus blindados com Kevlar.

Veja a história de 1998 a 2015 em video

 

 

 

As bicicletas
A marca CADILLAC também fabrica uma linha de bicicletas que está entre as mais luxuosas e modernas do mundo. As bicicletas são elaboradas por um competente e talentoso time de designers com foco no conforto e no luxo. Os modelos seguem o padrão de qualidade e design imposto pela CADILLAC em seus carros. Os modelos foram introduzidos no mercado em 2005, vendidos inicialmente apenas pela loja virtual. A linha é composta por doze diferentes modelos que custam entre US$ 500 e US$ 1.900.


O nome e a evolução visual
Ironicamente, o carro que poderia definir o estilo norte-americano em desenho automobilístico, levaria um nome de origem francesa. O nome veio do oficial do exército francês ANTOINE DE LA MOTHE CADILLAC que fundara a cidade de Detroit em 1701. Luis XVI outorgou honras e privilégio que serviram para ocultar seu passado negro. Apesar disso, seu “escudo” de armas, centenário, era autêntico, por isso CADILLAC é a única marca americana que pode se orgulhar de ter um escudo de armas verdadeiro. O nome foi escolhido por, William Murphy, um dos fundadores da empresa. Foi como uma premonição: a fábrica de automóveis que nascia para ser a mais famosa deveria levar o nome do herói mais temerário. Durante toda sua história a CADILLAC mudou bastante a imagem visual de seu logotipo, como pode ser visto na imagem abaixo (clique para aumentar).


Outro símbolo visual famoso da marca, a Goddess (uma deusa estilizada), surgiu em 1934, como símbolo de força desenhada por Harley Earl, estando presente nos capôs dos automóveis da empresa por mais de 20 anos.


Os slogans
The New Standard For The World. (2010)
The stuff of legend. (
2008, Inglaterra)
More than a car, it’s a Cadillac. (2007, Inglaterra)
Life, liberty, and the pursuit. (2007)
Break through. (2004, Cadillac Escalade)
Heritage reborn. (2002)
It’s good to be the Cadillac.
(1999)
For the time of your life. (1999, Cadillac De Ville)
Live without limits. (1997, Cadillac Eldorado)
Creating a higher standard. (1994, Cadillac De Ville)
World’s first personal car. (1967, Cadillac Eldorado)
It’s great… going Cadillac. (1966)
A new measure of automotive supremacy. (1959)
Universal symbol of excellence. (1959)
In a realm all its own.
(1959)
It outsteps its own great traditions! (1958)
Finest expression of motordom’s highest ideal! (1957)
Those who want the finest want – the standard of the world! (1953)
More elequent than words!
(1952)


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 22 de agosto de 1902
● Fundador: Henry Leland, William Murphy e Lemuel W. Bowen
● Sede mundial: Detroit, Michigan
● Proprietário da marca: General Motors Company
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman & CEO: Daniel Akerson
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Vendas globais: quase duzentos mil veículos ano!
● Presença global: + 50 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 209.000 (GM)
● Segmento: Automobilístico
● Principais produtos: Automóveis de luxo
● Principais concorrentes: BMW, Mercedes-Benz, Audi e Lexus
● Ícones: As limusines presidenciais
● Slogan: The New Standard For The World.
● Website: www.cadillac.com

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TOP GUN – FILME – TOM CRUISE

Top Gun (Top Gun – Ases Indomáveis (título no Brasil) ou Ases Indomáveis (título em Portugal)) é um filme norte-americano de 1986, do gênero ação, dirigido por Tony Scott.

Chamada da SESSÃO DA TARDE,

Veja o TRAILER de 1986 (em Inglês)

O roteiro de Jim Cash e Jack Epps Jr. é baseado num artigo do jornalista israelense Ehud Yonay chamado “Top Guns” publicado na revista California Magazine.[2]

Prêmios e indicações

Prêmio Categoria Indicado Resultado
Globo de Ouro Melhor canção original Giorgio Moroder (música), Tom Whitlock (letra) por Take My Breath Away Venceu
Melhor banda sonora original Harold Faltermeyer Indicado
People’s Choice Awards Melhor filme Venceu
Grammy Melhor performance instrumental pop Harold Faltermeyer e Steve Stevens por Top Gun Anthem. Venceu
Oscar Melhor canção original Giorgio Moroder (música), Tom Whitlock (letra) por Take My Breath Away Venceu
Melhor mixagem de som Donald O. Mitchell, Kevin O’Connell, Rick Kline e William B. Kaplan Indicado
Melhor montagem Billy Weber e Chris Lebenzon Indicado
Melhor edição de som Cecelia Hall e George Watters II Indicado

Quem lembra do SOM “TAKE MY BREATH AWAY” da Banda BERLIN um verdadeiro hit (cliché que grudava) na cabeça da gente:

O MiG-28 foi uma aeronave fictícia usada no filme “Top Gun”.

 

Na verdade o Mig-28 era um F-5 Tiger II, construído pela Northrop nos Estados Unidos em 1964. O filme não usava aviões Mig verdadeiros, pois na época era impossível conseguir legítimas aeronavessoviéticas, e na verdade nunca existiu um MIG-28, mas sim MiG-27 e MiG-29, sempre em números ímpares. [3] A motocicleta utilizada pelo personagem Maverick é uma Kawasaki GPZ 900R e o veículo de Charlie foi um Intermeccanica 356A Speedster.[4]Filmado em locação em San Diego, Califórnia, contou com o apoio da Marinha dos Estados Unidos e dos oficiais e alunos da própria Navy Fighter Weapons School. Foram utilizados os navios de guerra USS Ranger (CVA-61), USS Enterprise (CVN-65) e USS Carl Vinson (CVN-70). O filme foi dedicado a Art Scholl, piloto acrobático, morto nas filmagens quando seu avião caiu no Oceano Pacífico.[5]

Propagandas da DIET PEPSI – TOP GUN:

SUPER TUCANO – AVIÃO BRASILEIRO

Embraer EMB-314 Super Tucano ou A-29 Super Tucano

O caça A-29 Super Tucano é uma aeronave leve,desenvolvida com a missão de treinamento e ataque,pode chegar á velocidade de 580km/h e altitude de 10.610 metros,mede 11,14 metros de envergadura,mede 11,30 metros de comprimento,pesa vazio 3.200kg,pode chegar á uma distância máxima de 1,330km do local de onde decolou(sem tanques externos),e á 2.855km com tanques externos.A Força Aérea Brasileira opera com 99 aeronaves deste modelo,e A Força Aérea e Marinha dos Estados Unidos estão comprando aeronaves deste tipo por ser extremamente eficaz,poder voar á baixa altitude e ter uma grande variedade de armamentos.Esta aeronave pode ser armada com 2 metralhadoras Browning M2 ou M3P,contém 5 hardpoints no qual podem levar até 5 bombas,mísseis,foguetes e canhões essas armas são: um canhão automático GIAT M20A1 de 20mm,casulos para metralhadoras 7,62 ou .50,4 lança foguetes de 70mm SBAT 70,4 lança foguetes de 70mm LAU-68,2 mísseis ar para ar MAA-1 Piranha,2 mísseis ar para ar AIM-9 Sidewinder,2 mísseis ar para ar Python 3,2mísseis ar para ar Python 4,2 mísseis ar para terra AGM-65 Maverick,2 mísseis ar para terra AGM-114 Hellfire,2 ou 3 bombas MK 82,2 ou 3 bombas 81,2 ou 3 bombas Lizard,2 ou 3 bombas Griffin,lança granadas BLG-252,1 bomba Paveway 2 e 1 bomba BINC-300.Esta aeronave ainda pode ter sistemas como o Head Up Display,assento ejetável,flares,chaff,GPS,visão noturna,tanques de combústivel externo,etc.

Armamentos do A-29 Super Tucano.
A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira sobrevoando a Fortaleza dos Reis Magos na costa do Rio Grande do Norte.

SAPÃO HELICOPTERO dos CINEMAS – BELL UH-1H

Os carros e as aeronaves sempre imortalizaram nas telas dos cinemas. Um Helicoptero da BELL (fabricante americana) modelo UH-1H e pela Força Aérea BRASILEIRO é chamado de SAPÃO,

Veja o SAPÃO no RAMBO 2 (no trailer)

Ele é um HELICÓPTERO imortalizado nos cinemas, veja o TRAILER do RAMBO 2, com várias aparições do SAPÃO (UH-1 Iroquais).

UH-1 Iroquois – o SAPÃO imortalizado nas telas dos cinemas – ainda equipa forças militares.

Veja um filme com JAMES BRADOCK – o CHUCK NORRIS pilotando o SAPÃO,

 

Origem de algumas informações: Wikipédia, a enciclopédia livre com adaptações do texto pelo BLOG.

O UH-1 Iroquois (UH: utilitary helicopter) é um helicóptero militar da fabricante Bell Helicopter Textron, vulgarmente (oficialmente pelo Corpo de Marines dos EUA) referido como Huey, que se celebrizou pela intensiva utilização e brilhante desempenho na Guerra do Vietnam.

A letra “U” refere-se a “Utilitário”, em contraste com as versões de ataque e transporte.
O UH-1 foi desenvolvido em 1955 durante testes levados a cabo pelo US Army com o Bell 204/205. A designação inicial, HU-1 (helicóptero utilitário) levou à banalização da atual alcunha, Huey. Introduzido pela primeira vez ao serviço militar, em 1955, entrou em produção em 1962 como UH-1.

Os últimos aparelhos foram produzidos em 1976, num total de 16.000 unidades muitos “ainda voando” (a maioria), dos quais aproximadamente 7000 participaram da Guerra do Vietnam.

Neste conflito, foram abatidos 2202 pilotos e perdidas aproximadamente 2.500 unidades, durante combates, e em acidentes de operação, 

Atualmente, a Força Aérea Brasileira opera 41 aeronaves em dois esquadrões, sendo numericamente a principal aeronave de asas rotativas da força. Atua em missões de ataque, escolta, assalto aerotransportado e salvamento em combate. Com o envelhecimento da frota, procura-se um substituto a altura da versatilidade da aeronave ou sua modernização para o padrão Huey II oferecida pelo próprio fabricante. (Segue link http://www.bellhelicopter.com/Military/UH-1Y/1291148375207.html#/?tab=highlights-tab
No dia 25 de junho de 2012, a República Brasileira, por meio da lei nº 12.679, autorizou a doação de 4 aeronaves UH-1 Iroquois do acervo da Força Aérea Brasileira para a Força Aérea Boliviana.
A POLÌCIA MILITAR do RIO DE JANEIRO em 2011 ‘começou” a utilizar esse grande helicoptero, BLINDADO e “remanufaturado” nos EUA pela empresa BELL.

O novo helicóptero blindado da Polícia Militar do Rio de Janeiro chegou no Brasil no dia 4 de fevereiro de 2011, vindo dos EUA. 

Um som do ROLLING STONES mostra esse monstro militar que ainda é utilizado por vários exércitos do mundo,

O famoso SAPÃO como é chamado o BELL UH-1H no Brasil iniciando uma decolagem em Santa Maria -RS

FAB8694 Bell UH-1H Iroquois, also known as Sapão (Big frog) engine start-up and lift off.

Outra RUN THROUGH THE JUNGLE do CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL

O UH-1 Iroquois também conhecido como Huey 2,é uma aeronave que foi o principal helicóptero na Guerra do Vietnã operado pelo U.S Army(Exército dos Estados Unidos),substituído mais tarde pelo UH-60 Black Hawk.Esta aeronave pode exercer a função de ataque,resgate,transporte,evacuação aeromédica,etc;por esta razão é uma aeronave utilitária.Este helicóptero é operado pela Força Aérea Brasileira e pelas polícias Militar e Civil,porém a Força Aérea Brasileira substituiria eles em 2012 ;as polícias Militar e Civil do Rio de Janeiro possuem esta aeronave com blindagem. Esta aeronave chega á velocidade de 220km/h e altitude de 5.920 metros e pode decolar com até 4.320kg e pode transportar até 14 soldados;pode também ser armado com metralhadoras M60, metralhadoras GAU-17, metralhadoras MG3, metralhadoras Browning M2, lança foguetes LAU-68 e lança foguetes LAU-61 armados com foguetes Hydra 70.

UH-1 Iroquois da Força Aérea Brasileira realizando resgate na Amazônia.
Aeronave UH-1 Iroquois do BOPE do Rio de Janeiro.
Este helicóptero pode ter como arma atiradores de elite.
Este helicóptero pode ser armado com uma metralhadora calibre .50.
Este helicóptero pode também transportar paraquedistas.
Armamentos do UH-1 Iroquois.
Huey 2 da Polícia Militar do Rio de Janeiro em ação desde 2012
UH-1 Iroquois da Força Aérea Brasileira.
Huey 2 do U.S Marine Corps.
UH-1 Iroquois da Força Aérea Brasileira.

Então, O SAPÃO é uma LENDA viva na aviação e a Argentina no Exército “reequipou” os SAPÕES deles (UH-1H BELL) com peças do helicóptero BELL 212 para voar segundo eles mais uns 25 anos… O velhinho aí é BOM DE GUERRA.

Viva o SaPÃO !

 

“PT – LSD”- MAMONAS ASSASSINAS

Mamonas Assassinas foi uma banda brasileira de rock cômico formada em Guarulhos em 1990, inicialmente tinha o nome de Utopia.

A UTOPIA conseguiu depois de três anos de turnês vender 100 discos e a mesma banda com nome de MAMONAS ASSASSINAS depois chegou a vender 50 mil DISCOS num único dia! RESUMO: NÃO DESISTA dos SEUS SONHOS!

O som era uma mistura de punk rock com influências de gêneros populares, tais como Forró (Jumento Celestino), brega(Bois Don’t Cry), heavy metal (Débil Metal), pagode (Lá Vem o Alemão), música mexicana (Pelados em Santos), reggae (Onon Onon), vira (Vira-Vira) e Sertanejo (Uma Arlinda Mulher). A carreira da banda, com o nome de Mamonas Assassinas, durou de 23 junho de 1995 até 2 de março de 1996 (pouco mais de 7 meses). Tiveram um sucesso meteórico. Com um único álbum de estúdio, Mamonas Assassinas, lançado em junho de 1995, o grupo vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil, sendo certificado com disco de diamante comprovado pela ABPD além do disco de diamante num acervo particular do grupo possui discos de ouro, platina, dupla platina com o sucesso de venda do único álbum da banda [1] . Com letras bem-humoradas, o álbum lançou os “Mamonas” ao estrelato nacional. Porém, em março de 1996, no auge da carreira, a banda foi vítima de um acidente aéreo fatal sobre a Serra da Cantareira, o que ocasionou a morte de todos os seus integrantes. Em 2015, para comemorar os 20 anos do surgimento do grupo, uma gravadora independente Iançou um álbum inédito, chamado de “Mamonas: 20 Anos de Fenômeno”, retirado de um show do grupo, diferente do lançado em 2006.[2]

Veja uma reportagem do FANTÁSTICO em 1996

Na reportagem o ARNALDO JABOR nos alertas: o Destroço do Avião tinha a seguinte mensagem:

“PT-LSD” (sigla macabra)

O PT-LSD era uma aeronave Lear Jet, modelo LR-25D, operada pela Madri Táxi Aéreo Ltda., que havia sido fretada com a finalidade de efetuar o transporte de um grupo musical.
No dia 01 de Março de 1996, transportou esse grupo de Caxias do Sul para Piracicaba, onde chegou às 15:45hs.
No dia 02 de Março, com a mesma tripulação e sete passageiros, decolou de Piracicaba, às 07:10hs, com destino à Guarulhos, onde pousou às 07:36hs. A tripulação permaneceu nas instalações do aeroporto, onde, às 11:02hs, apresentou um plano de vôo para Brasília, estimando decolagem às 15:00hs.

Após duas mensagens de atraso, decolaram às 16:41hs. O Pouso em Brasília deu-se às 17:52hs.

A decolagem de Brasília para Guarulhos ocorreu às 21:58hs. O vôo no FL 410 (nível 41.000 pés – 12.300m), transcorreu sem anormalidades. Na descida, cruzando o FL 230 (23.000 pés – 6.900m), o PT-LSD chamou o Controle São Paulo (APP-SP), passando a receber vetoração radar (orientações do APP SP) para aproximação final do procedimento de descida Charlie 2, ILS da pista 09R do Aeroporto de Guarulhos (SBGR). Sem estabilizar na aproximação final, a aeronave prosseguiu até atingir um ponto desviado lateralmente para a esquerda da pista, com velocidade de 205Kt (aproximadamente 380Km/h) e a 800 pés (240 m) acima do terreno, quando iniciou a arremetida.

A arremetida foi executada em contato com a Torre, tendo a aeronave informado que estava em condições visuais e em curva pela esquerda, para interceptar a perna do vento. A Torre orientou a aeronave para informar ingressando na perna do vento no setor Sul.

No setor Norte de SBGR, a aeronave confirmou à Torre estar em condições visuais.

Após algumas chamadas da Torre, a aeronave respondeu e foi orientada a retornar ao contato com o APP SP para separação de seu tráfego VFR (Regras de Vôo Visuais) com outros dois tráfegos IFR (Regras de Vôo por Instrumentos). Voando em condições visuais, o PT-LSD foi orientado a permanecer na proa em que se encontrava. Às 23:16hs, o PT-LSD chocou-se com obstáculos a 3.300 pés, no ponto de coordenadas 23º25’S/046º35’W. Em conseqüência do impacto, a aeronave foi destruida e todos os ocupantes morreram no local.

A sigla era e foi mais que DEMONÍACA

As músicas:

CHOPIS CENTIS 

(letra de um sucesso)

Eu dí um beijo nela
e chamei pra passear.
A gente fomos no shopping,
pra mó de a gente lancha.
Comi uns bicho estranho, com um tal de gergelim.
Até que tava gostoso, mas eu prefiro aipim.

Quantcha gente,
E quantcha alegria,
A minha felicidade
É um crediário
Nas Casas Bahia. (2x)

Esse tal Chopis Centis é muito legalzinho,
Prá levar as namorada e dá uns rolêzinho.
Quando eu estou no trabalho,
Não vejo a hora de descer dos andaime
Prá pegar um cinema, do Schwarzeneger
e também o Van Damme.

Quantcha gente,
E quantcha alegria,
A minha felicidade
É um crediário
nas Casas Bahia. (2x)

 

Em 1996 o AVIÃO caiu na “Serra da Cantareira em SP” uma comoção nacional, que foi prevista pela mãe DINAH em 1996 –

Essa grande banda teve a grande tristeza de andar num avião com as SIGLAS:

PT-LSD

 

FUSCÃO PRETO filme 1983 XUXA: “Você é feito de AÇO

images (4)

 

FUSCÃO PRETO -o clique de 1983

 

O tal fuscão preto é uma máquina violenta, que persegue, atropela, invade casas e ameaça muito a filha do fazendeiro, ainda que o filme fuja de qualquer demonstração gráfica de violência.

XUXA e FUSCÃO Preto

A atriz principal era e sempre foi a inesquecível RAINHA DOS BAIXINHOS (e dos grandinhos também…) XUXA MENEGHEL… com sua beleza total:

Capa_compacto_Ilarie_-_Xuxa

Fuscão Preto é um filme brasileiro baseado na música “Fuscão Preto” de Atílio Versutti e Jeca Mineiro e interpretada por Almir Rogério, foi filmado nas cidades de Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Espírito Santo do Pinhal, todas do interior do estado de São Paulo.s 80 tinha uma música que dizia:fuscao-preto-poster01

FUSCÃO PRETO VOCÊ é FEITO de AÇO…

Fuscão preto com o seu ronco maldito…

Álbum de ALMIR ROGÉRIO de 1982 era chamado: Sertão Jovem (1982)

 

Nestor de Medeiros, mais conhecido como Almir Rogério ([onde?], 12 de julho de[quando?]) é um cantor brasileiro.

Iniciou a carreira no início da década de 1970, mas foi em 1982 que ele se consagrou com o sucesso Fuscão Preto, que caiu no gosto popular e vendeu cerca de um milhão e meio de discos. A canção rendeu ao cantor vários prêmios, e ele se tornou uma figura conhecida em todo o Brasil. Ao longo de sua carreira, lançou mais de trinta álbuns.

images (75)

O sucesso alcançado por Almir Rogério fez a composição virar filme da apresentadora Xuxa.[1] No filme Fuscão Preto, o cantor atuou sob direção de Jeremias Moreira Filho, fazendo o papel de Lima.[2] Antes deste filme, Almir Rogério também participara deVidas Nuas, de 1967.[3]  O clássico sertanejo é de autoria de images (4)Jeca Mineiro e Atílio Versuti, mas ficou famoso na voz de Almir Rogério, rendendo ao cantor mais de 1 milhão de discos vendidos, além de muitas versões e um filme com participação da Xuxa.

Segundo ele, a história de traição é verídica, acontecida em Serra Negra (SP). Depois do Fuscão feito de aço, Almir continuou sobre rodas. “Também cantei sobre motoqueiro, charrete azul, trem de ferro… ” O músico já foi dono de cinco Fuscas pretos e agora, quando tem algum evento especial, pede o de um amigo emprestado.

 

Fuscão Preto

Versões Lançadas

 Imagem

Formato: VHS (C&C Video)
Data de Lançamento: Início de 1984
País: Brasil
Detalhes: A primeira versão lançada tem qualidade muito ruim, tanto em áudio (mono) quanto de imagem, que está escura. A qualidade do material da fita também não era das melhores, já que em pouco tempo depois do lançamento já dava problemas.

 Imagem

Formato: VHS (Reserva Especial)
Data de Lançamento: Meados de 1988 (??)
País: Brasil
Detalhes: A segunda versão é a mais conhecida. A qualidade imagem melhora consideravelmente, porém o áudio continua bem abafado, em mono.

Curiosidades

• O filme é todo baseado na música “Fuscão Preto”, e segue ao pé da letra, tanto que o filme acaba que fica meio sem sentido em alguns momentos
• O filme tem apenas quatro músicas em sua trilha sonora, e não possuem informações nos créditos finais. As músicas são: “Fuscão Preto”, “Aguenta Coração”, Ai, Ai, Ui, Ui” e “Cana Verde”
• Teve locações em Mogi-Guaçu e Espirito do Pinhal, em São Paulo
• A fazenda, em Mogi-Guaçu, onde foi gravado o filme, chama-se Fazenda Córrego Fundo (e no filme chama-se Fazenda Santa Helena)
• É o filme em que Xuxa está com a pele mais queimada de sol. Extremamente morena.
• A dublagem desse filme é ruim e compete com “Amor Estranho Amor” no quesito sincronia e fala. Em uma das cenas do filme vemos Xuxa falar com sotaque carioca bem arrastado, porém na dublagem ouvimos a voz da Xuxa bem clara e quase sem o sotaque.
• A voz da Xuxa na dublagem está bem grave, mais grave do que no filme “Amor Estranho Amor”
• Este filme é comumente confundido com “Amor Estranho Amor”
• Xuxa não faz questão de lembrar deste filme também, mas diferente de “Amor Estranho Amor”, ela parece REALMENTE não lembrar que atuou neste filme.
• A primeira versão em VHS é muito rara de encontrar, em compensação a versão “Reserva Especial” de tempos em tempos é encontrada a venda em sites de leilão.
• Nunca foi relançado em DVD, e até o momento nenhuma produtora Home-Video se interessou em relançar

O filme tinha a XUXA no elenco e foi realizado em 1983.

Elenco

Antes de virar apresentadora infantil do programa “Clube da Criança”, em 1983, na TV Manchete, Xuxa trabalhou como atriz em alguns filmes, o Missioneiro Antigos “reesolveu” (resolvemos) relembrar a atuação da eterna “rainha dos baixinhos” no filme “Fuscão Preto”. Veja a capa da “fita” VHS escaneada do filme de 1983

A história é inspirada na música, mas não fala de uma traição e sim da paixão de um carro por Diana, que é a personagem da Xuxa.

Filha de um fazendeiro, Diana está com casamento marcado com Marcelo, mas se apaixona pelo cowboy forasteiro Lima, interpretado por Almir Rogério. No meio desse triângulo amoroso, surge o “Fuscão Preto”, que sempre persegue Diana e assusta a cidade do interior, porque ninguém sabe quem é o misterioso motorista.

O filme foi gravado no final de 1982 e lançado em 1983, aproveitando o sucesso da música.

Dê uma olhada na cena em que o carro se apaixona por Xuxa e relembre um trecho de 2 minutos com a BELA XUXA, Maria da Graça XUXA Meneghel, gaúcha de Santa Rosa-RS:

Confira o filme completo de uma HORA e MEIA:

 

 

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Relembre a música que “toca a alma” dos saudosistas, “me disseram que ela foi vistar com outro”:

Fuscão Preto = Almir Rogério

Me disseram que ela foi vista com outro
Num fuscão preto pela cidade a rodar

Bem vestida igual à dama da noite
Cheirando a álcool e fumando sem parar

Meu Deus do céu, diga que isso é mentira
Se for verdade esclareça por favor
Daí a pouco eu mesmo vi o fuscão
E os dois juntos se desmanchando de amor

Fuscão preto você é feito de aço
Fez o meu peito em pedaço
E também aprendeu matar

Fuscão preto com o seu ronco maldito
Meu castelo tão bonito
Você fez desmoronar…

Me disseram que ela foi vista com outro
Num fuscão preto pela cidade a rodar

Bem vestida igual à dama da noite
Cheirando a álcool e fumando sem parar

Meu Deus do céu, diga que isso é mentira
Se for verdade esclareça por favor
Daí a pouco eu mesmo vi o fuscão
E os dois juntos se desmanchando de amor

Fuscão preto você é feito de aço
Fez o meu peito em pedaço
E também aprendeu matar

Fuscão preto com o seu ronco maldito
Meu castelo tão bonito
Você fez desmoronar…

Fuscão preto você é feito de aço
Fez o meu peito em pedaço
E também aprendeu matar

Fuscão preto com o seu ronco maldito
Meu castelo tão bonito
Você fez desmoronar…

O TRIO PARADA DURA também gravou o hit ao estilo clássico SERTANEJo (de raiz):

 

A música original era letra de Atílio Versutti e Jeca Mineiro –

“BIZU” do Missioneiro Antigos: Ano: 1983 Composição: (Jeca Mineiro/Atílio Versutti)

Quem canta neste disco na verdade é Jeca Mineiro & Zé Coqueiro.

Esse tipo de música SERTANEJA de raiz está “muito longe” dos sertanojos.. de hoje em dia, e o Missioneiro se “rende” as músicas da época.

Jeremias Moreira Filho dirigiu poucos longas-metragens durante sua ampla trajetória com o audiovisual. São apenas quatro, sendo três deles dentro da Boca do Lixo. Curta, porém marcante trajetória. Ao se especializar em filmes com temática caipira, Jeremias conquistou um nicho e fez muito sucesso: ao menos com seus dois primeiros longas, o muito bom O Menino da Porteira (1976) e sua obra-prima “ Mágoa do Boiadeiro(1977), ambos com o cantor Sérgio Reis como protagonista e inspirados em músicas caipiras muito conhecidas do repertório popular.

Seu terceiro longa, “Fuscão Preto”, tardou. Adaptado de um hit da época, interpretado por Almir Rogério, também protagonista do filme, “Fuscão Preto” foi um *fracasso. Lançado quando a música já havia saído das paradas de sucesso, com forte competição no mercado por conta dos filmes de sexo explícito, o longa foi o testamento cinematográfico de Jeremias por muito tempo – até voltar com o remake de “O Menino da Porteira” em 2009, estrelado, dessa vez, pelo cantor Daniel.

Fuscão Preto, a música, não fala do universo caipira. Muito por conta disso, o longa seja o mais afastado da temática rural dentre os realizados por Jeremias, ainda que o diretor tenha feito um esforço bem sucedido inserindo-o nesse mundo. Uma garota, filha de um fazendeiro, está prestes a casar com o filho do prefeito, o grande latifundiário da região. A chegada de um domador de cavalos e de um fuscão preto que a começa a perseguir relativizam o futuro da moça, interpretada pela então futura apresentadora infantil Xuxa, em seu segundo filme lançado – Xuxa também renega a película assim como o faz com Amor Estranho Amor (1982), de Walter Hugo Khouri, mesmo estando mais vestida do que em seus programas voltados aos baixinhos nos anos 1980.

O afastamento mais amplo do universo caipira permite a Jeremias, um dos grandes contadores de história egressos da Boca, abraçar outros gêneros fortemente, em especial o filme de ação. O tal fuscão preto é uma máquina violenta, que persegue, atropela, invade casas e ameaça muito a filha do fazendeiro, ainda que o filme fuja de qualquer demonstração gráfica de violência.

Dentro da seara rural, o filme volta a tratar tema caro para Jeremias: o latifundiário oportunista que quer tirar vantagens dos outros. No longa, o prefeito influencia o filho a conquistar e a se casar com a filha do fazendeiro, de olho nas terras dele. Sua ideia é transformar as pastagens e a criação de cavalos numa monocultura de cana de açúcar, visando a explorar o combustível álcool. Comum à temática rural, o capitalismo predatório é o grande inimigo do povo da terra.

Fuscão Preto trabalha também, por outro viés, o confronto entre progresso/modernidade e tradição/paz, já presente em Mágoa do Boiadeiro.

Nele, a modernidade ganha uma representação material palpável, uma máquina, um carro. Se Jeremias opõe a tradição e o progresso de maneira discursiva na premissa do álcool como o futuro – mesmo que isso custe devastar terras com a monocultura e usar pessoas em prol do benefício próprio -, é no fuscão preto do título que isso fica mais claro. O carro simboliza o futuro, a modernidade, em oposição ao cavalo, como meio de transporte. Se o vilão da história é o prefeito e seu filho, questão óbvia para o espectador desde o início, Jeremias sabiamente resolve relativizar o embate. Ele sair de cena enquanto par de Xuxa é só questão de tempo. Isso importa menos ao filme.

O conflito se dá, efetivamente, entre o domador de cavalos (Almir Rogério) e o fuscão preto. São as duas figuras do filme que, aos poucos, seduzem Xuxa.

O primeiro, pelo seu fino trato com os animais e pela delicadeza; o segundo pelo fascínio enigmático que exerce sobre a moça, de maneira um tanto inconsciente. Nesse caso, não há um maniqueísmo óbvio, como poderia se esperar, não há a figura maligna. Jeremias não escolhe caminhos fáceis, nem entrega um único ponto de vista. Sabe como conduzir dramaturgicamente sua história e suas possibilidades, acenando para surpresas potenciais. Menos importa, ali, a resolução do que o embate.

Infelizmente, Fuscão Preto, *fracasso de público e com crítica inexistente, ficou no lodo, marcado como um dos filmes tranqueiras da Xuxa antes de ficar realmente famosa. A se descobrir.

Apêndice, CONTÉM SPOILERS: O grande trunfo do filme talvez esteja em como o cineasta opta por terminar seu filme. Em nenhum momento revela o motorista do fuscão preto, se é que há um, como não escolhe o fim óbvio, em que Xuxa e Almir Rogério terminam juntos. Cada um segue seu caminho: ele de volta ao passado, e ela para um futuro incerto. O risco colabora, assim, na construção da ambiguidade da transição campo/cidade, coisa que o filme rural raramente faz. Ponto pra ele.

*em entrevista, segundo Jeremias, o filme levou 800 mil espectadores, em dados extra-oficiais (em dados oficiais, ficou abaixo dos 500 mil), número muito abaixo do esperado na época

FUSCÃO Preto com seu RONCO MALDITO…

Um filme renegado por XUXA, mas tem a sua importância na cultura retrO queiram ou não classificar e tachar a música de brega ou tripudiar a RAINHA DOS BAIXINHOS que renega (talvez até hoje) o filme !